segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Armadura Invisível

As palavras às vezes são cruéis, magoam corações e terminam relações.
“Boa noite” já é tão vago. “Bom dia” não chega. Todos queremos mais, todos lutamos por algo melhor.
Sinto o sol nascer nas minhas costas e o mar que vejo na minha frente não me assusta. Já não tenho medo do poder, não tenho medo das ambições e não jogo nada perigoso.
O vento frio que embate no meu casaco não me atinge porque já nada me leva daqui.
Penso, que nada é suficiente. Nada chega para um humano. De qualquer forma, quer-se sempre mais. De qualquer maneira, quer!
Vontades e gostos levam muito àquela praia. Um lugar vago de liberdade. Um lugar que guarda segredos e pensamentos de muitos e de tantos.
Tenciono realizar uma ideia, criar algo novo. Ficar parado corrói parte do corpo que carrego. Mas podia não o ambicionar. Próprio, não estou satisfeito com o que tenho e ninguém está!
Esse é o erro que cometemos e temos de o parar enquanto é tempo. Temos de dizer chega. Aceitar o que possuímos como demasia. Não podemos exigir, temos de evoluir.
Temos uma escolha: mudar ou morrer aos poucos. Acho que é óbvio o que se deve fazer. Acho óbvio que tudo vai mudar.
Mais cedo ou mais tarde, esse é o motivo para sorrir. O resto serão meros momentos.

4 comentários:

Zezé disse...

que são tudo o q fica..momentos! aproveita-os

Zezé disse...

p.s: gostei do texto :)

Vitor Alves disse...

;) Obrigado

macy disse...

Amei!

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